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Opiniões de Clientes
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impactante Opinião por cristina gomide
Corro o risco de repetir o que já foi falado; mas se isso acontecer, será bom sinal.
Por ser um livro excelente em termos de técnicas de escrita, não há como ficar indiferente à trama, pois emoções de toda gama são mostradas de formas diferentes. Um simples choro, por exemplo, possui mil faces: a cada momento ou a cada sujeito, um jeito novo e o mesmo choro.
Os capitulos, criativos, alternando pontos de vista em primeira e em terceira pessoa, começam e terminam de forma impactante. Deixavam em mim o gostinho de "quero mais, quero saber o que vai acontecer".
Apesar do texto às vezes denso, a mostrar a crueldade humana (infelizmente real), também há muita poesia. Como a própria vida. Transcrevo um trecho: "O céu. A ponte. O rio. A margem. E vozes do passado. A sua própria voz." E no meio disso tudo e a ultrapassar tudo isso, a vida correndo. Contínua. A cada capítulo ou página virada. Ou melhor, a vida correndo no "Interlúdio"... (Realizado em 19/09/11) -
Esplêndido Opinião por Marcela Penna
Pela primeira vez na vida li mais de 300 páginas no mesmo dia. A partir do momento em que sentei com o livro em mãos, não consegui largá-lo até concluir a última palavra.
E quando terminei, a vontade foi voltar ao início e começar de novo.
Estava me deliciando com uma história de amor, cenas lindas e envolventes e terminei com medo de dormir e sonhar com as cenas. Ou ainda, de acordar em outro lugar...
O livro me surpreendeu apesar de já saber o que esperar. A história, a linguagem, as cenas te prendem de uma forma que você mesmo não deseja sair, ao contrario, desliga o mundo a sua volta para não perder nenhum detalhe do que se passa nas linhas.
Concerteza, Interludio é um livro que voltarei a ler. (Realizado em 01/06/11) -
“Interlúdio de James McSill” é um livro muito diferente do que eu esperava Opinião por Up Brasil!
“Interlúdio de James McSill” é um livro muito diferente do que eu esperava. Um livro denso, que nos deixa pensando muito, com camadas e mais camadas de reflexão que se entrelaçam de um modo belíssimo!
O preconceito, a hipocrisia e o fanatismo são os pontos principais desta obra, escrita por James McSill. Em uma época perturbadora da nossa história nacional, o militarismo vigente na década de 1970, somos apresentados ao jovem e espontâneo Lázaro, de 17 anos. Revezando seu tempo entre aulas e seu trabalho no Instituto Cultural Norte-Americano, ele recebe uma proposta um tanto inusitada: tomar conta de um jovem americano enquanto seu pai, um adido militar, viaja a trabalho pelo país. É desta forma que conhecemos a família mórmon Betts, formada porJohn, o odiável chefe da casa, Rebecca, sua submissa e controversa esposa, Dennis, o filho mais velho e um dos mocinhos da história, e Candy, a filhinha mais nova que é uma das coisas mais fofas do mundo. Os segredos que esta família carrega são absolutamente chocantes e movimentam uma história cheia de desencontros, onde o amor é a única motivação que faz Lázaro sobreviver à vida cotidiana conforme descobre que nada é que parece ser.
Tratando de dois temas basicamente polêmicos e que agora estão mais do que em alta no nosso país, “Interlúdio” mostra o desenrolar do relacionamento de Dennis e Lázaro, amor mais do que proibido. O homossexualismo e sua relação com a religião são os motores do livro, mas a história não fica apenas nisso. Não se trata de um manifesto gay, de um símbolo de uma causa ou algo do gênero, mas sim a composição de um retrato de uma história de amor e desgraças que andam lado a lado por mais de 30 anos.
Tentando passar mais tempo juntos e esconder seu romance com Dennis, Lázaro se converte ao mormonismo, e as dicotomias de sua vida se tornam ainda mais evidentes. Como conviver e acreditar em algo que lhe condena? Como manter calado tudo o que mais gostaria de gritar ao mundo? Os dois chegam até mesmo a morar juntos em um mesmo apartamento, mas nada é simples. Se atualmente ainda vivemos mergulhados no preconceito e na repreensão, imagine em 1978!
Nunca tive grandes conhecimentos da religião mórmon, mas obviamente já conversei com alguns dos jovens missionários que viajam pelo mundo divulgando a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Mesmo com toda a minha compreensão sociológica, assumo que ela talvez um dos credos mais complexos e chocantes da cristandade moderna. O grande mérito da obra é não apontar falhas na instituição “religião” – ela não cai no vicioso jogo de acusação do todo, mas destaca que cada pessoa é uma pessoa e reage de modo próprio diante de certas circunstâncias.
Uma das cenas mais tocantes do livro, na minha opinião, é quando Dennis traça uma palavra na pele de Lázaro – a delicadeza e beleza da cena são incríveis! Entre tantos desencontros e desgraças, entre ameaças e situações-limite, não há como não torcer pelo casal. Outras tantas passagens expressam a vilania humana, a alienação e o fanatismo – a história nos brinda com tudo de mais belo e vil ao mesmo tempo, como as figuras de Dona Edinéia, diarista da família Betts, Lécio, melhor amigo de Lázaro, e Potoka, cafetina da região. Estas figuras secundárias nos ajudam a formar um verdadeiro mural da diversidade do caráter humano, uma “Divina Comédia” brasileira que se desenvolve no contexto da ditadura militar, mas repercute até os dias de hoje sem grandes alterações.
O estilo da escrita é ligeiro, quase como flashes fotográficos. Não há como não acompanhar a história sem esboçar reações como “Meu Deus, e agora?”, “O que vai acontecer?!” ou “Não acredito!”. É como assistir um filme se desenrolando diante de seus olhos – impossível não reagir. A linguagem simples e coloquial deixa a trama ainda mais próxima de nós, ainda mais com a alternância de narração entre a terceira e a primeira pessoa. Recomendo a leitura de “Interlúdio” com os olhos e a mente aberta: é uma leitura reflexiva, cativante e muitíssimo surpreendente.# - Resenha feita pela “Up! Brasil” (Realizado em 14/05/11) -
Comprei o livro com uma expectativa muito alta e mesmo assim Interlúdio conseguiu me surpreender muito... Opinião por Branca Barão
Se você procura por "clichês" não os encontrará nesse livro, tão diferente de tudo que eu já tinha lido.
Se você pretende ler Interlúdio para compreender a forma como James escreve, terá que lê-lo, pelo menos, duas vezes.
Na primeira, o livro te envolve da cabeça aos pés e as vezes, chega a te apertar o pescoço. Com força. O que faz impossível você prestar atenção a qualquer coisa que não seja a trama.
Prepare-se pois você vai ver, sim ver, cenas tão fortes que após fechar o livro irão retornar na sua memória e passear em frente aos seus olhos muitas vezes. Vai ouvir sons e sentir gostos... alguns bem amargos. As palavras desse livro tem o poder de tornar a história viva, como se os personagens fossem pessoas reais e mais que isso, próximas. Mesmo aqueles que você deseja que fiquem bem longe.
Chorei, suspirei, me desanimei um pouco com o mundo, depois me animei de novo e aí chorei outra vez. Quem me conhece sabe o quanto sou "durona" e o quanto seria difícil para um livro, mexer assim comigo e brincar dessa forma com meus pensamentos.
Interlúdio é uma montanha russa, das boas, invertida, com muitos loopings e no escuro!
E tudo é tão bem estruturado e tão bem construído que qualquer coisa que você encontrar pelo seu caminho enquanto lê, tenha certeza, logo mais tudo fará sentido!
Só não me conformei ainda com o que acontece ao Joãozinho! Pra mim foi uma das cenas mais fortes do livro.... mesmo diante de tanta "barbaridade" Interlúdio consegue mostrar muito da personalidade de cada personagem através de um simples peixe dourado e também te deixar completamente ser ar por causa dele!
Depois de ler, percebemos que o peixe na capa faz 100% de sentido... ele "costura" a trama todinha... Peixe habilidoso esse tal qual o seu criador! (Realizado em 10/05/11) -
Bom mesmo Opinião por Carlos Andrade
Muito interessante. Vale salientar o bom-gosto do autor quando abordou assuntos tão complicados. Foi o primeiro livro que li em que tudo tem uma razão. Por questões pessoais me emocionei demais com a história, mas agora estou lendo pela terceira vez, quanto mais leio mais vejo como tudo vai se juntando na história, ate mesmo o movimento dos personagens, o que eles falam e o que eles vestem, comem. Quando dizem que o livro é cult acredito mesmo. Isto tem que virar filme. (Realizado em 10/05/11)
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valeu a indicação do blog Opinião por Maria Elena
Corro o risco de repetir o que está aí, mas a simplicidade e a crueza que o autor colocou no texto teve em mim um impacto tremendo, que nenhum outro livro tinha me causado até então. Há horas em que o texto tem um gosto de traduzido, outras, nem sei se está bem escrito. Mas para ser honesta, mergulhei na trama e confesso que nos meus 37 anos foi a primeira vez na vida que li um livro por causa da história e só por causa dela, chegou um ponto em que eu não me importava com mais nada, aquilo ia e ia. Para mim, este jeito de escrever um romance não é mágica, é bruxaria. Parabéns. Espero te dar um beijo em São Paulo. (Realizado em 29/03/11)
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Como não se emocionar? Opinião por Felipe Colbert
Este livro, além de possuir uma história original, reune tudo que existe de melhor em matéria de técnicas de escrita. James McSill é um gênio na arte de escrever e ensinar. Obrigado por presentear a todos com esta obra-prima! Espero que venham muitos outros como esse. (Realizado em 16/03/11)
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Um autor inteligente Opinião por Adair Lemos
Conheci James em uma de suas palestras no Brasil, na semana passada tive a oportunidade de assisti-lo no livestream do facebook conversando com dezenas de autores. Na semana passada também terminei de ler o Interlúdio. Quero deixar registrado que o que li no livro representa bem o autor, ele é uma pessoa que fica indignada com o sofrimento humano, quando conheci o James em pessoa senti que conhecia umas das pessoas mais generosas neste meio literário que a gente vive. O James está sempre pronto a ajudar, tem uma palavra de incentivo e entusiamo para todos, é simples ao referir-se as pessoas, no vestir, no falar, embora troque de línguas, o que achei fascinante, procurando sempre utilizar o idioma do interlocutor, em Brasília falava na língua espanhola, Inglesa e na portuguesa. Nas palestras a gente nota que é inteligente e muito acima da média, embora tente esconder isto. rsrsrs
Proponho a leitura do romance dele, a história é inteligente, ele domina narrativa como ninguém. Li o que o pessoal deixou aqui no site, é verdade, o livro e cult mesmo. Inteligente, sagaz.
Para terminar, devo dizer que foi difícil encontrar um exemplar, tive de comprar do sebo. Quais livrarias vendem o livro para que a gente possa indicar? (Realizado em 15/03/11) -
A mensagem do livro foi muito espiritual Opinião por Álvaro
Um namoro de dois jovens adolescentes transforma-se em um drama. E o drama serviu para o amor verdadeiro é para sempre e que o perdão é a arma dos nobres. Eu, no lugar do Lázaro, não teria perdoado ninguém. Ver este jovem rapaz construindo a própria vida depois da desgraça ter devastado o que lhe sobrou de dignidade me fez chorar muitas vezes. A cena em que o Zé desaparece na rodoviária foi uma das mais tocantes para mim, foi real, eu me senti mergulhado na história do livro. Este livro nos traz valiosos ensinamentos sobre resignação, perdão e família, valores eternos de grande utilidade para nossa reforma íntima. Li em algum blogue que o livro era como se fosse um filme, discordo, para mim foi como se fosse realidade, chegou uma hora em que eu não sabia se o mundo real era onde eu vivia ou o mundo que o escritor criou, que me puxava para dentro da história. Fantástico. (Realizado em 05/03/11)
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O melhor livro da editora que li até agora! Opinião por Danilo
Religião, amor e Preconceito - Temas tão controversos e difíceis de discutir, mas que nas mãos de James McSill se transformam em uma pérola de amor e perseverança. Interlúdio era o típico livro que aparece nas suas mãos e você não sabe nada... Aí você começa a ler. E se vê devorando as páginas! Uma grata surpresa. Na minha opinião, o melhor livro da editora que li até agora!
http://www.literaturadecabeca.com.br/2010/09/chegou-por-aqui-interludio.html
(Realizado em 10/02/11)
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