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Opiniões de Clientes
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Este livro mudou a minha vida Opinião de Rapaz de Arroio Grande - RS
Quantas vezes vocês já ouviram dizer esta frase? Eu, por definição, acho que esta frase é sempre mal empregada. Porquê? Porque não é um livro que muda as nossas vidas. Somente nós conseguimos isso. Mas existem muitos livros que têm muito impacto e que servem para estimular o pensamento ou mesmo mudar algumas atitudes. Deixa eu ser claro: Interlúdio, que já não consigo parar de reler faz um mês, não mudou a minha vida, o que ele fez foi estimular a minha capacidade de mudar. Dificilmente eu trato online de questões pessoais, mas desta vez não tenho como deixar passar. Nenhum autor ou livro pode ser dono da verdade. Porém, não há como negar que qualquer um com pelo menos um neurónio na cuca e um dos olhos funcionando vai ter sua vida afetada após ler Interlúdio. Olha, não sei se está bem ou mal escrito, pois não entendo nada de escrever livros, mas James nos ajuda a enxergar as brutalidades e o preconceito que cometemos uns contra os outros. E aceitamos tudo isso numa boa, pois vivemos neste Brasil num mundo que ninguém critica a religião. James me fez ver com outros olhos esta doutrinação a que agora temos que nos submeter, no meu caso, no ambiente de trabalho, por ser quem eu sou. É difícil aceitar que temos que abrir mão de certos privilégios para que outras pessoas se beneficiem. Muitas vezes pensei que a minha vida não tinha valor, não tinha saída. Quando vejo o Lázaro no livro, no ambiente de trabalho, eu me encho de esperanças que um dia vou trabalhar em um ambiente assim. Eu já comecei a fazer a minha parte, prometi emprestar o Interlúdio para uns colegas ler. Olha, digam o que quiserem, mas esta história não foi inventada, ninguém inventa história assim. (Realizado em 02/09/10)
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Pensem nisto Opinião de Adão Mayor
Sem dúvidas, quem lê não fica indiferente.
Tenho, se me permitem, duas críticas: li o livro emprestado a mim por uma amiga, na Cultura de Porto Alegre não estava disponível; a revisão gráfica, muito embora seja uma editora pequena, poderia ter sido melhor. Nada que tenha atrapalhado um texto impressionante, mas pensem nisto.
Adão Mayor
(Realizado em 01/08/10) -
Acabei de ler há poucas horas... e o livro continua pulsando em mim! Opinião de Marcia Luz
Acho que esta é a melhor maneira de descrever tudo o que senti, vivi, com a leitura do livro. Quando terminei a última página, percebi que meu coração estava acelerado, faltava-me ar, fui lançada para dentro da trama, feita refém, até recobrar a lucidez... Que loucura! Que impressionante! Quanta técnica!
James, sinto-me honrada em tê-lo como professor! Sei que meus livros, de hoje em diante, não serão mais os mesmos!
(Realizado em 31/07/10) -
Fiquei curioso. Opinião de Scoober
Apesar da capa, que parece ser de um livro infantil, fiquei curioso com a estória, e pretendo ler. (Realizado em 31/07/10)
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Sou pai, sou mórmon, tenho um filho gay Opinião de Um pai
Este livro foi indicado para mim ler por um amigo evangélico, ele me disse que era uma afronta ao cristianismo e à Palavra de Deus. Eu sou pai, sou mórmon, tenho um filho de quase quinze anos e ninguém precisa me dizer, o meu filho é gay. Lá pelo meio do livro eu entendi a pergunta que o autor fez no anúncio: até onde deve ir um pai para salvar a alma do filho? O que comecei lendo achando que era uma afronta não foi bem assim. As doutrinas expostas são verdadeiras, não conheço o autor, mas deve ter pesquisado cada detalhes. Mas foi a pergunta que me pegou. Era uma pergunta que eu fazia para mim mesmo todos os dias, quando terminei este livro soube a resposta. A resposta é que o MEU filho vai ser feliz. Se a igreja não ficar do meu lado eu abandono a igreja. Deus que me perdoe, mas não vou sacrificar o meu filho a Ele, às Palvras, a nada nem a niguém. O livro foi uma verdadeira viagem ao mundo da fantasia a que uma religião pode nos levar sem precisar tirar os pés do chão. O autor mostrou histórias aterradoras de uma maneira tão natural que as deixa mais reais ainda. Sobretudo, este livro é forte como um soco na boca do estômago. (Realizado em 30/07/10)
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A primeira vez Opinião de Magda Matias Aguiar
Não conhecia o autor, nem a editora. Comprei o livro por indicação de uma amiga que fez o seminário do autor. Já li pouco mais de 150 pgs e não tenho do que reclamar. Uma leitura agradável para quem é apreciador de obras literárias nacionais ou não. (Realizado em 27/07/10)
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Interlúdio envolve o leitor e não o deixa parar de ler... Opinião de Marcia Shizue S.
Uma obra prima do James. Que nasceu do talento e sensibilidade e do domínio de uma técnica que também é uma arte...
Parabéns James!! (Realizado em 07/07/10) -
Você é cruel! Opinião de Vera
Querido James,
Você é cruel! Cruel com os personagens e cruel com os leitores!
Sua história é realmente única e os personagens também! O ponto principal é o relacionamento do Dennis e do Lázaro. Que leva uma vida para se recompor! Dá uma tremenda aflição ver como os pais de Dennis são cruéis! A mãe, médica, operando o cérebro do filho! Meu Deus!!!! O pai agente da Cia, assassino! Estuprou o filho quando bem jovem. Tudo isso revestido de Mórmons! E tudo feito em nome da fé! O pior é que faz a gente se envolver “de verdade” não só como leitor e personagens! A história é de tirar o fôlego!
O leitor fica numa aflição única para ver as coisas se resolverem de uma forma mais ligth. O que acaba acontecendo, mas...... antes disso, você é cruel com os personagens! E consequentemente com os leitores também!
Parabéns! É um drama único. Com personagens marcantes e técnicas fabulosas. E uma capacidade incrível de nos fazer mergulhar na história de corpo e alma!!!!!
Beijo grande
Vera (Realizado em 04/07/10) -
Agonia instaurada Opinião de Carlos H.
É um livro para ser lido duas vezes. Ou, como descobri para ser lido em voz alta. O autor repete as palavras, me deparei com <rosto> aparecendo duas meses na mesma linha, por exemplo. Por que não subistituiu por um pronome? Quando li em voz alta, literalmente escutei o personagem contando a história, como um amigo conta para o outro, ou uma mãe conta para um filho. Mas a surpresa foi realmente o final. Quando olhei para trás entendi centenas de pequenos detalhas que James foi acrescentando no texto. Daí decidi ler outra vez. James consegue imergir o leitor ao mundo particular de seus protagonistas, aparentemente é uma história de gays e prostitutas e Mórmons e religião, que os excluem da convivência em sociedade. No entanto, o autor nos conduz à participação da agonia instaurada, da luta que não é facilmente evidenciada no corpo, a não ser por alguns poucos estímulos ou confusas reações. Intrigante é o fato de todas as personagens serem proscritos, como diz no site. Cada qual com suas histórias, porém com sintomas similares, como se aquele ponto vital comum a todo e qualquer ser humano, ao ser tocado, reagisse da mesma maneira, de forma instintiva. O que tanto incomoda o autor a ponto de ele insistir tanto nisso? Também seria precipitado afirmar que o que está escrito condiz, de certa forma, com a vida dele, pois sempre é perigoso relacionar diretamente criador e ficção. Mas como escrever com propriedade sobre aquilo que não se conhece?
Quem ler não se arrependará. E vale a pena ver o site com a documentação. www.interludio.org
Por que <org>?
(Realizado em 04/07/10) -
Surpreendente! Opinião de Marcelo Aldrighi
O estilo direto, calculado, às vezes quase frio se contrapõe às fortes emoções e carisma das personagens.
Uma trama escrita nos detalhes, envolvente já do princípio, levando o leitor a sentir emoções muito diferentes, do riso ao horror, da ternura à surpresa, da intriga à alienação, da loucura à superação.
Um livro pra não largar antes de terminar, e sem arrependimentos!
Parabéns ao autor e boa leitura a todos! (Realizado em 03/07/10)
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